Capas de Veja e Época de 13.04.2018

Revistas dedicam suas capas à política. Veja exclui Lula do jogo e especula sobre eleição presidencial. Época sugere relação duvidosa entre BNDES, JBS e Odebrecht

Capas de Veja e Época de 13.04.2018Revistas dedicam suas capas à política. Veja exclui Lula do jogo e especula sobre eleição presidencial. Época sugere relação duvidosa entre BNDES, JBS e Odebrecht.

Sinopse das revistas (13 e 14.04.2018). 

Veja. “Quem ganha esse jogo? Com Lula preso, Alckmin, Marina e Meirelles, no páreo, a disputa eleitoral fica mais clara. A novidade é o ex-ministro do STF, Joaquim Barbosa, que tentará capturar votos do PT. ”. Essa é a matéria de capa da revista.

Outras chamadas de capa:

“Os juízes estão com medo. Responsáveis pelas decisões que levaram ex-presidente à cadeia estão ameaçados”.

“A Venezuela é aqui. O colapso do regime de Maduro já trouxe 70.000 pessoas ao Brasil”.

Destaques internos:

“Editorial. Incerta e inédita. Será uma eleição como nunca se viu – a começar pelos contendores que deverão estar na reta final”;

A°estrela apagou. Preso em Curitiba, o ex-presidente ainda alimenta a esperança de escapar da cadeia, numa improvável virada de mesa patrocinada pelo Supremo Tribunal Federal”;

“A vez deles. Amigos, assessores e ex-assessores do Presidente da República são denunciados por organização criminosa no processo conhecido como “quadrilhão do PMDB”;

Uma mãozinha russa. Estudo revela que, em 2014, a campanha de Aécio nas redes sociais contou com a atuação de robôs programados no país de Putin”;

“O risco político. Meirelles sai da Fazenda em busca da Presidência, mas deixa a economia sob o comando de uma equipe empenhada nos ajustes e em blindar o caixa público”;

 

Época. ”Os diálogos da caixa-preta. Investigação da PF aponta que cúpula do BNDES sabia do favorecimento à JBS e `Odebrecht”. ”. Essa é a matéria de capa da revista.

Outras chamadas de capa:

“A costura. Como a rendição de Lula foi negociada”.

“O PP pegou pesado. O crescimento do partido mais enrolado da Lava Jato”.

“O Brasil profundo. A longa viagem de um descobridor de artistas populares”.

Destaques internos:

“Editorial: A transparência necessária. Políticas públicas são financiadas por impostos. É obrigação do governo prestar contas do dinheiro que os brasileiros desembolsam”;

Personagem da semana: Mark Zuckerberg. CEO do Facebook troca moletom por terno escuro e, em tom sério e maduro, tenta convencer parlamentares americanos de que sua empresa conseguirá proteger os dados de seus usuários”;

“”O caso JBS é escandaloso”. Investigação revela mensagens de integrantes da cúpula do BNDES que lançam suspeitas sobre aportes milionários a grandes empresas”;

Melancolia de esquerda. Na aventura da esquerda melancólica, exílio e prisão têm forte simbolismo. Para quem os vive são, por certo, motivo de sofrimento profundo”;

“A costura. Dúvidas, enfrentamentos e erros que dominaram as horas finais de Lula antes de aceitar a prisão determinada pelo juiz Sergio Moro”;

Monica de Bolle: Morte da democracia? Há ódio de classes? Mas é claro que há gente com pensamento torpe, como em qualquer lugar”;

“O amigo do Fufuca. Como o senador Ciro Nogueira, do Piauí, transformou o PP em um dos maiores partidos da Câmara, apesar das denúncias contra o quadrilhão da legenda”.

Do estado de direito. Aos poucos o país adere a uma concepção de justiça cujas marcas são os processos de punição e privação da liberdade”;

“D’Ávila X Amoêdo. Pré-candidatos a presidente da República do PCdoB e do Partido Novo divergem sobre a operação Lava Jato e a condenação e prisão de Lula”;

Sem poder e no xilindró. Na América Latina, Ex-presidentes na cadeia não são privilégio do Brasil”;

“7 Perguntas Para de Marchi. No livro De duas uma: a fusão na mesa, Victorio de Marchi, de 79 anos, copresidente do Conselho de Administração da Ambev, conta os bastidores da união Brahma-Antarctica, primeiro passo para a criação da maior fabricante de cervejas do mundo”;

No rastro da milícia. Um mês depois da morte de Marielle, investigações apontam para o envolvimento de milicianos no assassinato”;

“Helio Gurovitz: Como a tecnologia ameaça a democracia. Da utopia digital do Vale do Silício, emergiu a realidade dos monopólios corporativos, da manipulação política e do tribalismo antidemocrático”;

Quanto custa a intervenção federal no Rio? Será que a intervenção não deveria ter sido feita na gestão financeira do estado do Rio de Janeiro e nas razões que levaram a essa crise que tem afetado diversas áreas sociais, incluindo o pagamento dos funcionários públicos?”;

“A dor sem nome. Os sobreviventes do suicídio convivem com um sofrimento peculiar, carregado de solidão e culpa”.

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